Recordar é viver...
"O Amor... É difícil para os indecisos. É assustador para os medrosos. Avassalador para os apaixonados! Mas, os vencedores no amor são os fortes. Os que sabem o que querem e querem o que têm! Sonhar um sonho a dois, e nunca desistir da busca de ser feliz, é para poucos!!" (Cecilia Meireles)
sábado, 18 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
O grupo de teatro "Amigos da Arte" deu um show no cinquentenário da paróquia, fizeram várias apresentações, e se destacaram como grandes artistas, um dos grandes trabalhos realizados foi a apresentação do cordel da jornalista Ivanúcia Lopes. Parabéns ao grupo e votos para que consigam patrocínios para seguirem em frente.
Mais uma festa se passou, Marcelino Vieira não perde sua tradicionalidade na festa de padroeiro, neste ano em que a paróquia comemorava seus 50 anos de evangelização,muitos fiéis se fizeram presentes, participando e vivendo este momento único. Nós vieirenses estamos felizes acreditando firmemente que a fé e a evangelização é o caminho que devemos seguir. Que tenhamos outras festas e outros momentos de fé e de reencontros.
sábado, 11 de junho de 2011

Como representante da família de Denise Lopes agradeci ao Sr. Prefeito M unicipal pela grande homenagem a minha mãe.
Boa tarde aos que aqui estão prestigiando este momento tão importante para os familiares e amigos dos homenageados. Entristecedor por se tratar de uma homenagem onde só nós aqui presentes sentimos orgulho, pois os nossos entes queridos aqui referendados nesta tarde, não mais participam das benesses da vida terrena, mas estamos nós familiares para honrar e agradecer por esta homenagem . Dos filhos de Denise Lopes só se encontra eu Antonia Denise, Costinha gostaria de estar aqui neste momento, mas os compromissos às vezes nos tira de algo que foge das nossas possibilidades, neste momento ele também está sendo homenageado por ocasião da emancipação política de Janduis, recebendo o título de cidadão janduiense, Danúbia o trabalho a impediu de chegar hoje para prestigiar este momento. Então como representante da família, vim até aqui para agradecer a você Dr. Ferrari , a você Liduina secretária de Educação do município e aos que batalharam para que esta biblioteca fosse implantada, este nome faz jus a homenagem, pois minha mãe foi professora 32 anos, amava o magistério como amava os seus filhos, foram anos de muita dedicação, respeito e compromisso pela missão, época onde a escola era o segundo lar, lugar de respeito, amor e dedicação,soube conquistar o seu espaço como profissional e mulher, mulher de espírito jovem, a sua idade não era fiel a sua cabeça acompanhava o tempo em que se encontrava, embora não comungasse com toda essa naturalidade que as coisas proibidas se tornam normais, mas respeitava e tinha sempre um ensinamento pra nos dar, mulher simples,mulher de fibra,só mesmo o câncer no seu poder de arrebatamento pra fazê-la entristecer e emudecer tão rápido, mas é a vida e inspirada nela e na sua garra deixo para todos nesta tarde uma mensagem de Paulo Coelho para que possamos refletir:
A vida é como uma corrida de bicicleta,
cuja meta é cumprir a Lenda Pessoal.
Na largada,estamos juntos,
compartilhando camaradagem e entusiasmo.
Mas,à medida que a corrida se desenvolve,
Mas,à medida que a corrida se desenvolve,
a alegria inicial cede lugar aos
verdadeiros desafios: o cansaço,
a monotonia, as dúvidas quanto à própria capacidade.
Reparamos que alguns amigos desistiram do desafio,
ainda estão correndo,mas apenas porque
não podem parar no meio da estrada.
Eles são numerosos, pedalam ao lado do carro de apoio,
conversam entre si, e cumprem sua obrigação.
Terminamos por nos distanciar deles;
e então somos obrigados a enfrentar a solidão,
as surpresas com as curvas desconhecidas,
os problemas com a bicicleta
Perguntamo-nos finalmente
Perguntamo-nos finalmente
se vale a pena tanto esforço
Sim, vale...É só não desistir.
Muito Obrigada..
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.
(Fernando Pessoa)
(Fernando Pessoa)
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Sinto-me nascido a cada momento / Para a eterna novidade do Mundo....
(Fernando Pessoa)
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Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
(Fernando Pessoa)
terça-feira, 17 de maio de 2011
" Renova-te.
Renasce em ti mesmo.
Multiplica os teus olhos, para verem mais.
Multiplica os teus braços para semeares tudo.
Destrói os olhos que tiverem visto.
Cria outros, para as visões novas.
Destrói os braços que tiverem semeado,
para se esquecerem de colher.
Sê sempre o mesmo.
Sempre outro.
Mas sempre alto.
Sempre longe.
E dentro de tudo. "
(Cecília Meireles)
Renasce em ti mesmo.
Multiplica os teus olhos, para verem mais.
Multiplica os teus braços para semeares tudo.
Destrói os olhos que tiverem visto.
Cria outros, para as visões novas.
Destrói os braços que tiverem semeado,
para se esquecerem de colher.
Sê sempre o mesmo.
Sempre outro.
Mas sempre alto.
Sempre longe.
E dentro de tudo. "
(Cecília Meireles)
quarta-feira, 11 de maio de 2011
PROFESSORES DE MARCELINO VIEIRA SAEM ÀS RUAS PARA DAR UMA SATISFAÇÃO AOS PAIS E ALUNOS, SOBRE A DEFLAGRAÇÃO DA GREVE DESDE O
DIA 02 DE MAIO DE 2011.
Inédito em Marcelino Vieira uma adesão de 100% de professores em greve, mais um incentivo à luta, pois o descaso pelo qual vem sendo tratado os professores do Rio Grande Norte é sem medidas, não tivemos sequer o direito de uma atenção especial ao plano de cargos e salários. Força classe, nós precisamos de mais atenção e respeito.
Patrícia Rehder Galvão, conhecida pelo pseudônimo de Pagu, (São João da Boa Vista, 9 de junho de 1910 — Santos, 12 de dezembro de 1962) foi uma escritora e jornalista brasileira. Militante comunista, teve grande destaque no movimento modernista iniciado em 1922. Foi a primeira mulher presa no Brasil por motivações políticas.
Bem antes de virar Pagu, apelido que lhe foi dado pelo poeta Raul Bopp, Zazá, como era conhecida em família, já era uma mulher avançada para os padrões da época, pois cometia algumas “extravagâncias” como fumar na rua, usar blusas transparentes, manter os cabelos bem cortados e eriçados e dizer palavrões. Ela não queria saber o que pensavam dela, tinha muitos namorados e causava polêmica na sociedade. Esse comportamento não era nada compatível com sua origem familiar, que era uma tradicional família e muito conservadora.
Ao contrário do que se propaga, Pagu não participou da Semana de Arte Moderna. Tinha apenas 12 anos, em 1922, quando a Semana se realizou. Em 1925, com quinze anos, passa a colaborar no Brás Jornal, assinando Patsy.
O apelido Pagu surgiu de um erro do poeta modernista Raul Bopp, autor de Cobra Norato. Bopp inventou este apelido, ao dedicar-lhe um poema, porque imaginou que seu nome fosse Patrícia Goulart e por isso fez uma brincadeira com as primeiras sílabas do nome.
Com 18 anos, mal completara o Curso na Escola Normal da Capital (São Paulo, 1928) e já está integrada ao movimento antropofágico, de cunho modernista, sob a influência de Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral. É logo considerada a musa do movimento.
Em 1930, um escândalo para a sociedade conservadora de então: Oswald separa-se de Tarsila e casa-se com Pagu. Especula-se que eles eram amantes desde a época que Oswald era casado. No mesmo ano, nasce Rudá de Andrade, segundo filho de Oswald e primeiro de Pagu. Os dois se tornam militantes do Partido Comunista.
Ao participar da organização de uma greve de estivadores em Santos Pagu é presa pela polícia política de Getúlio Vargas. Era a primeira de uma série de 23 prisões, ao longo da vida. Logo depois de ser solta, em (1933), partiu para uma viagem pelo mundo, deixando no Brasil o marido e o filho. No mesmo ano, publica o romance Parque Industrial, sob o pseudônimo de Mara Lobo.
(Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre)
domingo, 8 de maio de 2011
MÃE, presença de luz nas nossas vidas, de sustentação nas horas difíceis, de apoio na hora da dor;
MÃE, símbolo do amor fraterno, do companheirismo, do incentivo à luta;
MÃE, junta de nós presença do maior presente, da maior alegria;
MÃE, longe de nós certeza da dor, das angústias, da saudade;
MÃE, como é ruim senti-la e parabenizá-la tão distanteeeeeeeeee.
MÃE, símbolo do amor fraterno, do companheirismo, do incentivo à luta;
MÃE, junta de nós presença do maior presente, da maior alegria;
MÃE, longe de nós certeza da dor, das angústias, da saudade;
MÃE, como é ruim senti-la e parabenizá-la tão distanteeeeeeeeee.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
"És precária e veloz, Felicidade.
Custas a vir e, quando vens, não te demoras.
Foste tu que ensinaste aos homens que havia tempo,
e, para te medir, se inventaram as horas.
Felicidade, és coisa estranha e dolorosa:
Fizeste para sempre a vida ficar triste:
Porque um dia se vê que as horas todas passam,
e um tempo despovoado e profundo, persiste."
Cecília Meireles
Custas a vir e, quando vens, não te demoras.
Foste tu que ensinaste aos homens que havia tempo,
e, para te medir, se inventaram as horas.
Felicidade, és coisa estranha e dolorosa:
Fizeste para sempre a vida ficar triste:
Porque um dia se vê que as horas todas passam,
e um tempo despovoado e profundo, persiste."
Cecília Meireles
domingo, 1 de maio de 2011
1º de Maio – Dia Mundial do Trabalho
“A história do Primeiro de Maio mostra, portanto, que se trata de um dia de luto e de luta, mas não só pela redução da jornada de trabalho, mais também pela conquista de todas as outras reivindicações de quem produz a riqueza da sociedade.”
“A história do Primeiro de Maio mostra, portanto, que se trata de um dia de luto e de luta, mas não só pela redução da jornada de trabalho, mais também pela conquista de todas as outras reivindicações de quem produz a riqueza da sociedade.”
(Perseu Abramo)
O Dia Mundial do Trabalho foi criado em 1889, por um Congresso Socialista realizado em Paris. A data foi escolhida em homenagem à greve geral, que aconteceu em 1º de maio de 1886, em Chicago, o principal centro industrial dos Estados Unidos naquela época.
Milhares de trabalhadores foram às ruas para protestar contra as condições de trabalho desumanas a que eram submetidos e exigir a redução da jornada de trabalho de 13 para 8 horas diárias. Naquele dia, manifestações, passeatas, piquetes e discursos movimentaram a cidade. Mas a repressão ao movimento foi dura: houve prisões, feridos e até mesmo mortos nos confrontos entre os operários e a polícia.
Em memória dos mártires de Chicago, das reivindicações operárias que nesta cidade se desenvolveram em 1886 e por tudo o que esse dia significou na luta dos trabalhadores pelos seus direitos, servindo de exemplo para o mundo todo, o dia 1º de maio foi instituído como o Dia Mundial do Trabalho.
Fonte: IBGE / Ministério do Trabalho
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Mamãe, sinto-me tão órfão e solitário,
um vazio me deixa triste e sem ação…
um vazio me deixa triste e sem ação…
Em meu íntimo, choro muito de emoção
à chegada do Dia das Mães no calendário.
(...)
(...)
No Dia das Mães, agora só me resta um afazer,
levar flores à tua campa, numa esporádica visita,
beijar aquela tua foto, de mirada meiga e bonita,
ritual que vai se repetir enquanto eu não morrer.
(Ógui Lourenço Mauri)
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