Apresentação do Seminário de poesia do 2º "A".
"O Amor... É difícil para os indecisos. É assustador para os medrosos. Avassalador para os apaixonados! Mas, os vencedores no amor são os fortes. Os que sabem o que querem e querem o que têm! Sonhar um sonho a dois, e nunca desistir da busca de ser feliz, é para poucos!!" (Cecilia Meireles)
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Seminário Temático II
História e Educação Afro Brasileira e Indigena
Turma de Marcelino Vieira.
A turma de Marcelino Vieira deu um show de conhecimento na exposição
de temas e organização do ambiente. Parabéns para a turma.
• Identidade Racial brasileira
(Maria Palmira da Silva)
(Maria Palmira da Silva)
• Educação em contexto de diversidade étnica: os povos no Brasil
(Luís Donisete Benzi Grupione)
• Multiculturalismo: Educação e Miscigenação
(Gisele dos Santos Santana)
• A questão étnico racial no Ensino Fundamental
(Rosa Margarida de Carvalho Rocha e Azoilda Loretto da Trindade)
Eu Antonia Denise como ministrante da disciplina fiz exposição dos temas:
• Explanação do tema: Educar o Brasil com raça – “das raças ao racismo que ninguém vê.
(Adailton de Paula)
• Diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico raciais e para o ensino de história e cultura afro brasileira.
• Lei nº 11.645 de 10 de março de 2008
(Luís Donisete Benzi Grupione)
• Multiculturalismo: Educação e Miscigenação
(Gisele dos Santos Santana)
• Educação Infantil no contexto da temática étnico racial
(Patricia Maria de Souza Santana)• A questão étnico racial no Ensino Fundamental
(Rosa Margarida de Carvalho Rocha e Azoilda Loretto da Trindade)
Eu Antonia Denise como ministrante da disciplina fiz exposição dos temas:
• Explanação do tema: Educar o Brasil com raça – “das raças ao racismo que ninguém vê.
(Adailton de Paula)
• Diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico raciais e para o ensino de história e cultura afro brasileira.
• Lei nº 11.645 de 10 de março de 2008
segunda-feira, 14 de março de 2011
No período em que viveu (1847-1871), ainda existia a escravidão no Brasil. O jovem baiano, simpático e gentil, apesar de possuir gosto sofisticado para roupas e de levar uma vida relativamente confortável, foi capaz de compreender as dificuldades dos negros escravizados.
Manifestou toda sua sensibilidade escrevendo versos de protesto contra a situação a qual os negros eram submetidos. Este seu estilo contestador o tornou conhecido como o “Poeta dos Escravos”.
Aos 21 anos de idade, mostrou toda sua coragem ao recitar, durante uma comemoração cívica, o “Navio Negreiro”. A contra gosto, os fazendeiros ouviram-no clamar versos que denunciavam os maus tratos aos quais os negros eram submetidos.
Além de poesia de caráter social, este grande escritor também escreveu versos líricos-amorosos, de acordo com o estilo de Vítor Hugo. Pode-se dizer que Castro Alves foi um poeta de transição entre o Romantismo e o Parnasianismo.
Este notável escritor morreu ainda jovem, antes mesmo de terminar o curso de Direito que iniciara, pois, vinha sofrendo de tuberculose desde os seus 16 anos.
Apesar de ter vivido tão pouco, este artista notável deixou livros e poemas significativos.
POEMAS E FRASES DE CASTRO ALVES
A Duas Flores
A Duas Flores
São duas flores unidas,
São duas rosas nascidas
Talvez do mesmo arrebol,
Vivendo no mesmo galho,
Da mesma gota de orvalho,
Do mesmo raio de sol.
Unidas, bem como as penas
Das duas asas pequenas
De um passarinho do céu...
Como um casal de rolinhas,
Como a tribo de andorinhas
Da tarde no frouxo véu.
Unidas, bom como os prantos,
Que em parelha descem tantos
Das profundezas do olhar...
Como o suspiro e o desgosto,
Como as covinhas do rosto,
Como as estrelas do mar.
Unidas... Ai quem pudera
Numa eterna primavera
Viver, qual vive esta flor.
Juntar as rodas da vida,
Na rama verde e florida,
Na verde rama do amor!
----------------------
Eu já não tenho mais vida!
Eu já não tenho mais vida!
Tu já não tens mais amor!
Tu só vives para o riso,
eu só vivo para dor.
---------------------
Tudo vem me lembrar que tu fugiste,
Tudo que me rodeia de ti fala.
Inda a almofada, em que pousaste a fronte
O teu perfume predileto exala
...
quinta-feira, 10 de março de 2011

MARÇO, para mim o mês da saudade, o mês que me trouxe angústia, perda, partida, jamais conseguirei vê-lo de forma diferente. Dia primeiro fez dois anos da partida do meu bem mais precioso, do meu porto seguro, daquela que só a sua presença me fazia mais bonita, mais rica, mais inteligente, mais segura pra enfrentar os embates da vida, mas é a vida e quem somos nós diante dos mistérios da vida? Diante disto tudo somente a conformação, a certeza de que um dia também passaremos por esta estrada sem fim. É como diz o poeta:
"Morrer acontece
com o que é breve e passa
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade."
O lema da campanha da Fraternidade 2011 é um chamamento, uma alerta a todos nós.Tema forte e de grande importância .
Hino da CF 2011CNBB
Composição: Pe. José Antônio de Oliveira / Casimiro Nogueira
1. Olha, meu povo, este planeta terra:
Das criaturas todas, a mais linda!
Eu a plasmei com todo amor materno,
Pra ser um berço de aconchego e vida. (Gn 1)
Nossa mãe terra, Senhor,
Geme de dor noite e dia.
Será de parto essa dor?
Ou simplesmente agonia?!
Vai depender só de nós!
Vai depender só de nós!
2. A terra é mãe, é criatura viva;
Também respira, se alimenta e sofre.
É de respeito que ela mais precisa!
Sem teu cuidado ela agoniza e morre.
3. Vê, nesta terra, os teus irmãos. São tantos...
Que a fome mata e a miséria humilha.
Eu sonho ver um mundo mais humano,
Sem tanto lucro e muito mais partilha!
4. Olha as florestas: pulmão verde e forte!
Sente esse ar que te entreguei tão puro...
Agora, gases disseminam morte;
O aquecimento queima o teu futuro.
5. Contempla os rios que agonizam tristes.
Não te incomoda poluir assim?!
Vê: tanta espécie já não mais existe!
Por mais cuidado implora esse jardim!
6. A humanidade anseia nova terra. (2Pd 3,13)
De dores geme toda a criação. (Rm 8,22)
Transforma em Páscoa as dores dessa espera,
Quero essa terra em plena gestação!
Composição: Pe. José Antônio de Oliveira / Casimiro Nogueira
1. Olha, meu povo, este planeta terra:
Das criaturas todas, a mais linda!
Eu a plasmei com todo amor materno,
Pra ser um berço de aconchego e vida. (Gn 1)
Nossa mãe terra, Senhor,
Geme de dor noite e dia.
Será de parto essa dor?
Ou simplesmente agonia?!
Vai depender só de nós!
Vai depender só de nós!
2. A terra é mãe, é criatura viva;
Também respira, se alimenta e sofre.
É de respeito que ela mais precisa!
Sem teu cuidado ela agoniza e morre.
3. Vê, nesta terra, os teus irmãos. São tantos...
Que a fome mata e a miséria humilha.
Eu sonho ver um mundo mais humano,
Sem tanto lucro e muito mais partilha!
4. Olha as florestas: pulmão verde e forte!
Sente esse ar que te entreguei tão puro...
Agora, gases disseminam morte;
O aquecimento queima o teu futuro.
5. Contempla os rios que agonizam tristes.
Não te incomoda poluir assim?!
Vê: tanta espécie já não mais existe!
Por mais cuidado implora esse jardim!
6. A humanidade anseia nova terra. (2Pd 3,13)
De dores geme toda a criação. (Rm 8,22)
Transforma em Páscoa as dores dessa espera,
Quero essa terra em plena gestação!
Mensagem recebida no dia Internacional da Mulher,
da querida Ivanúcia Lopes, pessoa que admiro e guardo
bem num cantinho do coração.
"Não apenas nesse dia 8.
Porque todos os dias são da gente!
Beijos! E felicidades, grande mulher."
Texto belissimo sobre a mulher do jornalista e professor Misael Nóbrega,
que tive o privilégio de ler postado no blog de Ivanúcia Lopes.
"Como definir o que é entusiasmo fecundo? Deliberar sobre a mulher é correr o risco de renegar a si mesmo. É morrer sem a penitência dos dias de hoje. É pecar por falar a verdade. E logo arrisco: não há nada de fraco na mulher. A mulher não é cor de rosa; mas cor de sangue. Muito mais pela contumácia de suas dores do que pela tez floreada de rubores. Há luta em todo o seu bel-prazer. Na trajetória de uma vida-semente. Difícil predizer quando está ditosa, pois a mulher não tem a felicidade como ambição da carne. Não preceituem a mulher; ela é a dúvida que não necessita de resposta. A mulher não nasceu da costela de nenhum adão. Ela pariu... Ela mesma. A mulher também não foi anunciada pelas trombetas de Querubins. O seu motivo foi de exultação interior.
Adveio do seio do mundo. Sem alarde. E ela se fez Deus. E a mulher é também o hálito; o berro; o transitório; e, em sendo assim, a mulher é folha seca na aridez da terra. É ventre e é sepultura. E é o livre-arbítrio também. A mulher é a grata confissão da existência, feito essência de uma coisa pura – uma biografia: Joana d’ arc, Evita Perón, Anita Garibaldi, madre Tereza de Calcutá, irmã Dulce, Rosa Luxemburgo, Maria Quitéria, Chiquinha Gonzaga, Tarcila do Amaral, Cecília Meireles, Olga Benário, Frida Kahlo, Margarida Maria Alves... - E destaco nossa senhora, santificada e cheia de glória – em respeito cristão. Essas mulheres estavam certas: não havia mesmo porque se esconder. Elas supunham que o conceito não queimaria na fogueira. Atribuíram à causa feminista um glamour particular e conseguiram relegar o convencionalismo. Arrancaram as amarras que impunham a sociedade machista, escravocrata, preconceituosa e ignorante, muito mais pela ousadia que por qualquer tipo de truque ou de sortilégio. E nem precisaram de salto alto. E nada mesmo foi ensaiado. O experimento foi a própria dor. Dilacerante e humilhante. E nem mesmo mil vezes mil exemplos foram suficientes.
É fato que em 1857, cento e trinta funcionárias de uma fábrica têxtil, nos Estados Unidos, morreram incendiadas, em meio a uma greve por melhores condições de trabalho. Esse episódio obrigou o mundo a voltar às suas atenções para a mulher, à cada dia 8 de março, como um obituário de intento memorial. Contudo, o ato embora funesto não é muito diferente da historieta da mulher de nome Consolação... - Que na água turva do regato lava as roupas do seu senhor e cantarola a predileção da quermesse. E mesmo assim é possuída pela espécie depravada do macho que ignora a própria virtude. E esse homem nem sabe que ela já o perdoou; e ela nem mesmo sabe o que é o amor. Onde fica o muro das lamentações de todas as Marias do mundo? Em todos os cantos do mundo. Mas, não há choro e ranger de dentes. Na áfrica e no oriente médio três milhões de mulheres são sujeitas à mutilação genital todos os anos para que, entre outras coisas, não procriem mais. Pobre humanidade que teme a si mesma como se isso não fosse vaidade.
Em todas as épocas, mulheres se empenharam em favor de um ideário; e isso foi também a doação da própria vida, numa catequização que sempre se demudará de escafandro à mariposa. E a cada estação essas milhares de borboletas voarão insistentemente na direção da luz, pois esse desígnio, mesmo de modo finito, é o preço que se paga pela liberdade".
Texto belissimo sobre a mulher do jornalista e professor Misael Nóbrega,
que tive o privilégio de ler postado no blog de Ivanúcia Lopes.
"Como definir o que é entusiasmo fecundo? Deliberar sobre a mulher é correr o risco de renegar a si mesmo. É morrer sem a penitência dos dias de hoje. É pecar por falar a verdade. E logo arrisco: não há nada de fraco na mulher. A mulher não é cor de rosa; mas cor de sangue. Muito mais pela contumácia de suas dores do que pela tez floreada de rubores. Há luta em todo o seu bel-prazer. Na trajetória de uma vida-semente. Difícil predizer quando está ditosa, pois a mulher não tem a felicidade como ambição da carne. Não preceituem a mulher; ela é a dúvida que não necessita de resposta. A mulher não nasceu da costela de nenhum adão. Ela pariu... Ela mesma. A mulher também não foi anunciada pelas trombetas de Querubins. O seu motivo foi de exultação interior.
Adveio do seio do mundo. Sem alarde. E ela se fez Deus. E a mulher é também o hálito; o berro; o transitório; e, em sendo assim, a mulher é folha seca na aridez da terra. É ventre e é sepultura. E é o livre-arbítrio também. A mulher é a grata confissão da existência, feito essência de uma coisa pura – uma biografia: Joana d’ arc, Evita Perón, Anita Garibaldi, madre Tereza de Calcutá, irmã Dulce, Rosa Luxemburgo, Maria Quitéria, Chiquinha Gonzaga, Tarcila do Amaral, Cecília Meireles, Olga Benário, Frida Kahlo, Margarida Maria Alves... - E destaco nossa senhora, santificada e cheia de glória – em respeito cristão. Essas mulheres estavam certas: não havia mesmo porque se esconder. Elas supunham que o conceito não queimaria na fogueira. Atribuíram à causa feminista um glamour particular e conseguiram relegar o convencionalismo. Arrancaram as amarras que impunham a sociedade machista, escravocrata, preconceituosa e ignorante, muito mais pela ousadia que por qualquer tipo de truque ou de sortilégio. E nem precisaram de salto alto. E nada mesmo foi ensaiado. O experimento foi a própria dor. Dilacerante e humilhante. E nem mesmo mil vezes mil exemplos foram suficientes.
É fato que em 1857, cento e trinta funcionárias de uma fábrica têxtil, nos Estados Unidos, morreram incendiadas, em meio a uma greve por melhores condições de trabalho. Esse episódio obrigou o mundo a voltar às suas atenções para a mulher, à cada dia 8 de março, como um obituário de intento memorial. Contudo, o ato embora funesto não é muito diferente da historieta da mulher de nome Consolação... - Que na água turva do regato lava as roupas do seu senhor e cantarola a predileção da quermesse. E mesmo assim é possuída pela espécie depravada do macho que ignora a própria virtude. E esse homem nem sabe que ela já o perdoou; e ela nem mesmo sabe o que é o amor. Onde fica o muro das lamentações de todas as Marias do mundo? Em todos os cantos do mundo. Mas, não há choro e ranger de dentes. Na áfrica e no oriente médio três milhões de mulheres são sujeitas à mutilação genital todos os anos para que, entre outras coisas, não procriem mais. Pobre humanidade que teme a si mesma como se isso não fosse vaidade.
Em todas as épocas, mulheres se empenharam em favor de um ideário; e isso foi também a doação da própria vida, numa catequização que sempre se demudará de escafandro à mariposa. E a cada estação essas milhares de borboletas voarão insistentemente na direção da luz, pois esse desígnio, mesmo de modo finito, é o preço que se paga pela liberdade".
Assinar:
Postagens (Atom)





















