Marcelino tu és história, palco de grandes conquistas.Cidade de povo hospitaleiro. Parabéns Marcelino pelos seus 56 anos de Emancipação Política.
"O Amor... É difícil para os indecisos. É assustador para os medrosos. Avassalador para os apaixonados! Mas, os vencedores no amor são os fortes. Os que sabem o que querem e querem o que têm! Sonhar um sonho a dois, e nunca desistir da busca de ser feliz, é para poucos!!" (Cecilia Meireles)
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
[Aluísio Azevedo]
"Publicado em 1890, O Cortiço é um romance Naturalista de autoria de Aluísio Azevedo - Maranhense. É a obra mais importante deste movimento - Naturalista no Brasil, onde os personagens principais são os moradores de um cortiço no bairro do Botafogo no Rio de Janeiro, precursor dos problemas sociais que enfrentamos hoje na sociedade, com crescimento desordenado das favelas, onde moram legiões de excluídos, cheios de vícios.
Narrado em terceira pessoa onisciente, segundo Rui Mourão: “[...] podendo, em consequência, deslocar o foco narrativo da maneira que bem entender, sem consideração das circunstâncias de espaço e tempo[...]”. É a história do Cortiço – personagem principal - começa com a chegada da personagem João Romão - querendo mais e mais dinheiro e poder, pensando em si só, ao mesmo tempo que cresce da miséria alheia. Vem morar numa vendinha de um outro Português, dormia sobre o balcão e usava um saco de estopa como travesseiro. Morre o vendeiro e João Romão - ganancioso e avarento comerciante - aprece como dono da vendinha, surgem os primeiros cômodos da futura Estalagem. Junta-se a Bertoleza – escrava quitandeira, que vendia peixes fritos e iscas de boi, submissiva e trabalhadeira por ser negra – a custa da promessa de enviar seu dinheiro para o seu Senhor como pagamento de sua alforria, coisa que João Romão nunca fez.
Com o dinheiro que arrecada comprou um faixa de terra para ampliar seu negócio, mas outro também o faz, o Miranda para construir um sobrado, pois estava cansado da casa no centro do Rio de Janeiro. Surge um conflito entre o taberneiro ganancioso e o Rico Atacadista de tecidos. Com isso claramente a questão das camadas sociais. "
O 2º ano "D" trabalho O CORTIÇO em murais
terça-feira, 13 de outubro de 2009
"Policarpo Quaresma é, antes de tudo, nacionalista. Ama o Brasil acima de si próprio e de si próprio abriu mão para viver em prol do engrandecimento da Pátria.
Estudou com afinco o país, acreditando piamente nos livros de sua biblioteca, que o narrador refere como romântica e, cotidianamente, chega à repartição pública onde trabalha com uma excelência da geografia brasileira, comportamento ironizado pelos companheiros de trabalho. Longe da realidade, começa a construir projetos de brasilidade.
O primeiro, baseado em suas leituras, é montado sobre a cultura do índio, elemento usado no Romantismo como símbolo de identidade nacional, já que aqui estava ainda antes de o português chegar. Foi seu primeiro erro. Nem seus amigos compreenderam sua tentativa: Lima Barreto marca o estranhamento da conjunção cultural e ética proposta pelos escritores românticos, quando confrontada com a realidade.
O primeiro, baseado em suas leituras, é montado sobre a cultura do índio, elemento usado no Romantismo como símbolo de identidade nacional, já que aqui estava ainda antes de o português chegar. Foi seu primeiro erro. Nem seus amigos compreenderam sua tentativa: Lima Barreto marca o estranhamento da conjunção cultural e ética proposta pelos escritores românticos, quando confrontada com a realidade.
O hospício é a natural conseqüência. Então Lima Barreto desiste de aproximar identidade nacional de identidade cultural e étnica, partindo para o engrandecimento da Pátria por meio de um projeto agrícola científico, especulado pela realidade: saúvas, tiriricas, pragas, dificuldade de comercialização, oportunismo político, questões fundiárias... O segundo projeto queda frustrado também.
Policarpo não desiste. Seu terceiro plano é na esfera política, o centro das decisões: resolve, além de entregar a Floriano Peixoto um memorial cujo tema é a salvação nacional, engajar-se ao lado da ordem republicana contra a Revolta da Armada, que a ameaçava. Não via ele que a República amordaçava o povo com a morte quando esse se rebelava contra a marginalização de que era vítima.
No entanto, essa realidade era tão forte que, por maior que fosse o sonho de Policarpo, ela terminaria por vir à tona: a ordem republicana vitoriosa, indiscriminadamente, pune a todos que ousam discordar dela e, de tão arbitrária, alcançou Policarpo, que a defendia.
Seu terceiro projeto foi atropelado pela realidade. Pobre Policarpo Quixote Quaresma! Na sua trajetória, foi obrigado a ver as feridas e as mazelas brasileiras, seu conceito de Pátria morreu com ele. E, agora, o que é Nacionalismo?"
Turma do 3º "C" dramatizando o TRISTE FIM DE ´POLICARPO QUARESMA.
Turma do 3º "C" dramatizando o TRISTE FIM DE ´POLICARPO QUARESMA.
"Simão Bacamarte é o protagonista, médico conceituado em Portugal e na Espanha, decide enveredar-se pelo campo da psiquiatria e inicia um estudo sobre a loucura e seus graus, classificando-os. Funda a Casa Verde, um hospício na vila de Itaguaí e abastece-o de cobaias humanas. Passa a internar todas as pessoas da cidade que ele julgue loucas; o vaidoso, o bajulador, a supersticiosa, a indecisa etc. Costa, rapaz pródigo que dissipou seus bens em empréstimos infelizes, foi preso por mentecapto. A tia de Costa que intercedeu pelo sobrinho também foi trancafiada. O mesmo acontece com o poeta Martim Brito, amante das metáforas, internado por que se referiu ao Marquês de Pombal como o dragão aspérrimo do Nada. Nem D. Evarista, esposa do Alienista escapou: indecisa entre ir a uma festa com o colar de granada ou o de safira. O boticário,os inocentes aficcionados em enigmas e charadas, todos eram loucos. No começo a vila de Itaguaí aplaudiu a atuação do Alienista, mas os exageros de Simão Bacamarte ocasionaram um motim popular, a rebelião das canjicas, liderados pelo ambicioso barbeiro Porfírio. Porfírio acaba vitorioso, mas em seguida compreende a necessidade da Casa Verde e alia-se a Simão Bacamarte".
ALUNOS DO 3º ANO MÉDIO "C" DRAMATIZARAM A OBRA O ALIENISTA DE MACHADO DE ASSIS, AUTOR DO REALISMO BRASILEIRO.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
PROGRAMAÇÃO DA V SEMANA CULTURAL
V SEMANA CULTURAL – DE 10 A 17 DE OUTUBRO
TEMA: Fazendo história, construindo cidadania
Sábado – (10/10)
8h - Desfile Cívico pelas principais ruas
8h40 - Chegada à Escola
8h50 - Hasteamento dos pavilhões
10h - Programa na Rádio Vitória FM
14h - Abertura do torneio de Futsal feminino
14h40 - Abertura do torneio de futsal masculino
15h20 - Abertura do torneio de vôlei feminino
16h - Abertura do torneio de vôlei masculino
16h40 - Abertura do torneio de queimada feminino
Local: Todas as modalidades ocorrerão no ginásio “O Carneirão”
19h - Abertura oficial da V Semana Cultural
Local: Pátio da Escola
19h30 - Apresentação dos relatos de experiências por ex-alunos
20h - Sarau
20h30 - Apresentação de relatos e experiências por ex-alunos
21h - Tarefa surpresa
22h - Festa “O Reencontro”. Animação: Lalá e Cia.
Local: Pátio da Escola
Domingo – ( (11/10)
7h - Atletismo 100m, 200m e revezamento 4X100 feminino
7h30 - Atletismo 100m, 200m e revezamento4X100 masculino
8h – Maratona3.500 masculino
Curso de Artes Plásticas – ministrado pelo pintor Pedro Grilo Neto
Local: Sala Profª Denise Lopes
9h – Ciclismo
13h Continuação do Curso de Artes
19h Apresentação de uma peça sobre a passagem de Lampião por Marcelino Vieira/RN
20h30 – Tarefa Surpresa
Segunda – (12/10)
8h Lazer com as crianças
Local: Pátio da Escola
8h ação Cidadania
Local: Centro da cidade
8h - Continuação do Curso de Artes Pláticas
13h - Oficina de Libras. Ministrante: Yonara Vicente Miranda
16h – Gincana Esportiva no pátio da escola
19h - I Encontro de educadores de Marcelino Vieira “ Relato de experiências exitosas das escolas da rede municipal e estadual de ensino
20h30 – Olimpíadas do conhecimento
21h30 – Tarefa Surpresa
Terça-feira – (13/10)
8h e 13h– Continuação da Oficina de Libras
8h - Continuação do curso de Artes pláticas
8h – Torneio de vôlei feminino
16h – Vôlei masculino
17h – Queimadas feminino
19h – Lançamento do livro “Perdidos no Tempo” de João Maria Lopes
Apresentação da orquestra Pe. João Batista Silva de Mendonça
20h – Palestra “Superando Limites” com João Maria Lopes
21h – Apresentação de relatos e experiências por ex-alunos
21h10 – Tarefa Surpresa
Quarta-feira – ( 14/10)
8h – Continuação do Curso de Artes
8h – Torneio de Futsal feminino
13h – Mini-curso: Geotecnologia e produção de mapas temáticos”
Ministrante: Emerson Ênio – Discente do curso de Geografia da UERN/CAMEAM
15h – Torneio de Futsal masculino
19h – Lançamento do livro” Encontro com a natureza” de João Agostinho do Nascimento
20h Apresentação do monólogo “Homem da roça” de João Grande.
Direção de Josileide Eliane – Discente do curso de Geografia da UERN/CAMEAM
20h30 – Apresentação d Grupo “Rei do Congo” da cidade de Major Sales
21h Tarefa Surpresa
Quinta-feira – (15/10)
8h – Abertura do torneio de futebol de campo
Local: Estádio Francisco Xavier
8h e 13h – Continuação do Curso de Artes
13h – Mini-curso Geotecnologia e produção de mapas temáticos
Ministrante: Emerson Ênio – Discente do curso de Geografia da UERN/CAMEAM
19h – Apresentação do coral “A vida em canto” UERN /CAMEAM
19h30 – Palestra “A escola que faz história, constrói cidadania”
Palestrante: Profª Esp. Salizete Freire Soares – Subcoordenadora da SUEF/SEEC-RN.
21h – Tarefa Surpresa
Sexta-feira – (16/10)
8h – Cont. do curso de Artes
8h – Cont. do Torneio de Futebol de Campo
Local: Estádio Francisco Xavier
19h – Gincana
Sábado – (17/10)
8h – Final do curso de artes Plásticas
8h – Final do futebol de Campo
13h - Final do futsal feminino
14h – Final do futsal masculino
15h – Final do voleibol feminino
16h – Final do voleibol masculino
17h – Final de queimadas feminino
20h – Entrega dos troféus e medalhas
23h – Show baile com Max e Banda Strelar, no Pátio da Escola.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Conclui ontem 13 de Setembro a disciplina COORDENAÇÃO E SUPERVISÃO PEDAGÓGICA, no 3º período de Pedagogia da UVA - Marcelino Vieira/RN.
"A função da Coordenação pedagógica é coordenar o planejamento pedagógico para qualificar a ação do coletivo da escola, vinculando e articulando o trabalho à Proposta Pedagógica da instituição. Possibilita também, a construção e o estabelecimento de relações entre todos os grupos que desempenham o fazer pedagógico, refletindo e construindo ações coletivas."
"Para Vasconcellos o elemento principal da formação continuada é a reunião pedagógica semanal, aquelas duas horas por semana, remuneradas, com professores reunidos por nível junto com a coordenadação e direção pedagógica e com a orientação educacional estudando, planejando, avaliando e replanejando, surte um efeito muito bom, a ansiedade diminui só de saber que os colegas têm problemas iguais aos nossos. "
“ O coordenador pedágico é de fundamental importância para qualquer instituição de ensino, pois se você quizer um professor forte você deve ter um coordenador pedagógico forte e competente. Então na reunião semanal se você não tem uma coordenação pedagógica forte, ela não avança e quem coordena a reunião é o coordenador pedagógico. O diretor participa da reunião mas a orientação e condução é na competência da coordenação pedagógica. Esse é o elemnto fundamental da formação continuada”, disse Celso Vasncocellos.
“ O coordenador pedágico é de fundamental importância para qualquer instituição de ensino, pois se você quizer um professor forte você deve ter um coordenador pedagógico forte e competente. Então na reunião semanal se você não tem uma coordenação pedagógica forte, ela não avança e quem coordena a reunião é o coordenador pedagógico. O diretor participa da reunião mas a orientação e condução é na competência da coordenação pedagógica. Esse é o elemnto fundamental da formação continuada”, disse Celso Vasncocellos.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Trabalhos apresentados na Disciplina Educação Infantil na cidade de São Miguel, no curso de Pedagogia.
Poema com o tema: PARADOXOS DA INFÂNCIA
Falar de criança não é fácil
tampouco de sua importância
de uma realidade mal vivida
dos maus tratos na sua infância
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São casos irreparáveis
em uma população
privada de seus direitos
que causa , que aflição
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Os números são muito altos
de mortalidade infantil
a situação em que se encontram
as crianças do nosso Brasil
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Além da fome e analfabetismo
um dos problemas é a pobreza
que se transformam em desafio
e a solução está longe, que tristeza.
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Nascer, crescer, conviver
em uma sociedade
de concepção adultocêntrica
com tanta desigualdade.
-------------------
Muitas vezes é na família
que tornam-se vítimas da violência
excluídas e indefesas
no seio da inocência
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O abuso e o desrespeito
o desespero e a privação
de seres desprotegidos
vivendo numa eterna prisão.
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Que bom se uma realidade
de bela e boa lembrança
tornasse as nossas crianças
em frutos de esperança.
(Otaciana,Eliana, Maciel, Ana Cláudia,
Raquel,Rosangela,Francisca e Edvaneide)
Sementes do Amanhã.
Ontem um menino que brincava me falou.
Que hoje é semente do amanhã!
Para não ter medo que este tempo vai passar!
Não se desepere, e nem pare de sonhar!
Nunca se entregue, nasça sempre com as manhãs.
Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar!
Fé na vida, Fé no homem, Fé no que virá!
Nós podemos tudo!
Nós podemos mais!
Vamos lá fazer o que será!
(GONZAGUINHA)
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Hino Nacional brasileiro faz 100 anos
Mas você entende o que está cantando? O professor Sérgio Nogueira nos ajuda a compreender a letra de Osório Duque-Estrada.
Em 2009, ele completa exatamente 100 anos. Ou seja: faz um século que os cidadãos do Brasil cantam o hino. Mas a questão é: será que as pessoas entendem o que estão cantando? “O hino nacional brasileiro já teve duas versões. A primeira foi executada em 1831, quando da abdicação de D. Pedro I", conta um militar. A outra, cantada pelos soldados, é do tempo de Dom Pedro II e ainda existiram mais. Só que veio a República e o novo governo achou por bem eliminar lembranças do Império. Um concurso escolheu o novo hino, que o povo não gostou. Para agradar, a música foi mantida e um novo concurso elegeu outra letra. Ganhou a escrita por Osório Duque-Estrada em 1909, que cantamos até hoje. Um dos registros mais antigos do hino nacional escrito a mão pelo próprio autor, Osório Duque Estrada, é um que está guardado nos arquivos da Academia Brasileira de Letras, datado de 1922. São duas folhas simples de papel almaço, onde estão os versos que todo mundo canta, mas que muita gente não entende. “O poeta preferiu usar e abusar das inversões e o brasileiro não gosta muito da inversão da frase. Elaborar naquele tempo era uma técnica que era louvada”, lembra o escritor Domício Proença Filho.
Mas você entende o que está cantando? O professor Sérgio Nogueira nos ajuda a compreender a letra de Osório Duque-Estrada.
Em 2009, ele completa exatamente 100 anos. Ou seja: faz um século que os cidadãos do Brasil cantam o hino. Mas a questão é: será que as pessoas entendem o que estão cantando? “O hino nacional brasileiro já teve duas versões. A primeira foi executada em 1831, quando da abdicação de D. Pedro I", conta um militar. A outra, cantada pelos soldados, é do tempo de Dom Pedro II e ainda existiram mais. Só que veio a República e o novo governo achou por bem eliminar lembranças do Império. Um concurso escolheu o novo hino, que o povo não gostou. Para agradar, a música foi mantida e um novo concurso elegeu outra letra. Ganhou a escrita por Osório Duque-Estrada em 1909, que cantamos até hoje. Um dos registros mais antigos do hino nacional escrito a mão pelo próprio autor, Osório Duque Estrada, é um que está guardado nos arquivos da Academia Brasileira de Letras, datado de 1922. São duas folhas simples de papel almaço, onde estão os versos que todo mundo canta, mas que muita gente não entende. “O poeta preferiu usar e abusar das inversões e o brasileiro não gosta muito da inversão da frase. Elaborar naquele tempo era uma técnica que era louvada”, lembra o escritor Domício Proença Filho.
Segundo o professor de português Sérgio Nogueira:
“As margens calmas do Ipiranga ouviram o grito que ecoou forte de um povo heróico. Nesse instante, o sol da liberdade brilhou no céu da pátria com os raios luminosos. Se conseguimos conquistar com força a garantia da igualdade, nosso peito, que somos nós próprios, com liberdade desafiamos até a morte”. E o hino segue dizendo: quando no céu formoso e belo aparece a constelação do Cruzeiro do Sul, ó, Brasil, um sonho intenso, um raio claro e límpido de amor e de esperança desce à terra. Depois, uma exaltação: Brasil, tu és gigante, enorme pela sua natureza, pela sua origem. És belo, és forte, és destemido e o teu futuro mostrará esta grandeza. Entre tantas outras terras, o Brasil é a pátria amada e adorada. É a mãe gentil de todos nós, brasileiros. E o que mais, professor? “O Brasil se destaca entre todos os países da América, situado num lugar privilegiado, digamos, ao som do mar e à luz do céu”. Nossos campos têm mais flores, nossos bosques têm mais vida, a nossa vida mais amores do que qualquer outra terra possa ter. Que a nossa bandeira seja símbolo de amor eterno e que o verde e amarelo dela nos lembre das glórias do passado e da esperança de paz do futuro. “Mas se precisarmos, em nome da Justiça, erguer a arma em luta da guerra, nenhum filho brasileiro fugirá à luta e quem adora esta terra não teme a própria morte”. “Terra adorada, entre outras mil és tu Brasil, ó pátria amada, dos filhos deste solo és mãe gentil, pátria amada Brasil”.
“As margens calmas do Ipiranga ouviram o grito que ecoou forte de um povo heróico. Nesse instante, o sol da liberdade brilhou no céu da pátria com os raios luminosos. Se conseguimos conquistar com força a garantia da igualdade, nosso peito, que somos nós próprios, com liberdade desafiamos até a morte”. E o hino segue dizendo: quando no céu formoso e belo aparece a constelação do Cruzeiro do Sul, ó, Brasil, um sonho intenso, um raio claro e límpido de amor e de esperança desce à terra. Depois, uma exaltação: Brasil, tu és gigante, enorme pela sua natureza, pela sua origem. És belo, és forte, és destemido e o teu futuro mostrará esta grandeza. Entre tantas outras terras, o Brasil é a pátria amada e adorada. É a mãe gentil de todos nós, brasileiros. E o que mais, professor? “O Brasil se destaca entre todos os países da América, situado num lugar privilegiado, digamos, ao som do mar e à luz do céu”. Nossos campos têm mais flores, nossos bosques têm mais vida, a nossa vida mais amores do que qualquer outra terra possa ter. Que a nossa bandeira seja símbolo de amor eterno e que o verde e amarelo dela nos lembre das glórias do passado e da esperança de paz do futuro. “Mas se precisarmos, em nome da Justiça, erguer a arma em luta da guerra, nenhum filho brasileiro fugirá à luta e quem adora esta terra não teme a própria morte”. “Terra adorada, entre outras mil és tu Brasil, ó pátria amada, dos filhos deste solo és mãe gentil, pátria amada Brasil”.
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